Carta aberta às mães e pais

 Diante de uma semana tão complicada e difícil, um grupo de mães escreveu uma carta. Não temos a intenção ou pretensão de saber ou entender ou resolver a gravidade de tudo o que aconteceu. A dor nos levou a pensar em plantar uma semente de amor. Porque só o amor salva e precisamos ter uma fé inabalável nesta verdade absoluta.

O presente, um dia foi uma criança.

As crianças são o futuro.

Que futuro terão nossos filhos?

Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.

A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?

Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.

Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,

temos de começar pelas crianças. Gandhi

O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?

Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?

O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.

O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?

Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!

Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.

Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.

Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!

Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.

Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor!

Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.

Ana Cláudia Bessa www.futurodopresente.com.br

Cristiane Iannacconi www.ciclicca.blogspot.com

Letícia Dawahri http://sorrisosdaalma.blogspot.com

Monique Futscher www.mimirabolantes.blogspot.com

Renata Matteoni www.rematteoni.wordpress.com

Se você gostou do conteúdo e quer se juntar à nós, publique esta carta agora em seu blog e vamos todos juntos mostrar que queremos uma sociedade melhor e que estamos prontos para o desafio de criar pessoas melhores.

Não tem blog? Mande a carta por e-mail aos amigos, dissemine esta idéia.

Além disso, vamos imprimir e levar para a escola de nossos filhos para conseguir que ela seja distribuída nas agendas  aos outros pais. Vamos agir, vamos movimentar a sociedade. Vamos mostrar a importância que a presença dos pais tem na vida das crianças, futuros cidadãos.

Vieram nos chamar, nós estamos aqui, o que é que há!

Grupo Cria apóia ação contra Wal-Mart

Não compro

O WAL-MART , a maior rede de varejo do mundo, está lançando nos Estados Unidos uma linha de maquiagem de uso diário, para crianças de 8 a 12 anos, chamada Geogirl. Como mães conscientes, não podemos nos calar. Segundo informações de sites internacionais, a linha é composta por maquiagem, cremes antienvelhecimento e esfoliante. Tentamos confirmar essa informação junto à assessoria de imprensa da rede varejista, no entanto, ainda não obtivemos resposta.

Não somos contra maquiagem e uma linha de produtos naturais, para crianças BRINCAREM de vez em quando, é bem vinda. Sim, brincarem de vez em quando, nos jogos simbólicos. Porém, não consideramos saudável uma menina desta idade preocupar-se em sair somente maquiada, como se fosse uma adulta. Somos contra a adultização infantil e a erotização precoce estimulados também pelo uso contínuo e banalizado de maquiagens e produtos de beleza.

A assessoria de imprensa do Wal-Mart nos informa que não há previsão de lançamento da linha Geogirl no Brasil, porém, confirma que os produtos serão vendidos nos Estados Unidos.

Por isso, nós do Grupo Cria pedimos o apoio de toda população brasileira, principalmente mães e pais, para assinar a petição escrita pela ativista Mandy Van Deven que tem o objetivo de impedir as vendas da linha de maquiagem da fabricante Pacif World Corporation na rede varejista.

Vamos fazer este movimento crescer e mostrar que, sim, mães concientes estão em todos os continentes!

E unidas!

Para incentivar a captura das assinaturas, no Brasil, o Grupo Cria traduziu o texto da petição americana para o português (abaixo). Para assinar a petição, no entanto, basta clicar no widget abaixo e preencher com seus dados:

Tradução

Diga ao Walmart que GeoGirl é péssimo para crianças e o meio-ambiente
Público-alvo:
Mike Duke (Presidente & CEO das Lojas Walmart) and Joseph Fracassi (Presidente e Chief Executive Officer)
Petição criada por
: Mandy Van Deven
No dia 21 de Fevereiro de 2011, o Walmart iniciará a comercialização dos produtos GeoGirl, linha de maquiagem que tem como público-alvo meninas entre 8 e 12 anos, exceto se você obrigar a empresa a cancelar seu contrato com a Pacific World Corporation (fabricante da linha de cométicos infanto-juvenil). GeoGirl está sendo divulgada como uma linha de produtos ecológicos que conscientiza crianças sobre responsabilidade ambiental. Mas na realidade, a estratégia é ocultar o consumo prejudicial e desnecessário de produtos de beleza entre crianças e adolescentes e explorar a sexualização precoce de crianças do sexo feminino. Diga ao Walmart para recusar a venda dos produtos GeoGirl em suas lojas e website.

Petitions by Change.org|Start a Petition »

Quer ajudar a divulgar? Pegue o selo da campanha aqui !

Entenda o caso:
Walmart’s ‘anti-aging’ makeup for 8-year-old girls

Mães protegendo a infância

O que você pensa sobre publicidade voltada para as crianças?

Conheça muitos argumentos prós e contra, opinião de mães, vídeos, documentários e ações no sentido de evitar que as crianças sejam tratadas apenas como meros consumidores.

Se você tem Facebook, participe de nossa comunidade que já possui mais de 300 integrantes.

Dê usa opinião, compartilhe material a respeito, divulgue para os amigos.

http://www.facebook.com/group.php?gid=160135577347241

E nosso Manifesto continua.

Assine e recomende aos amigos para assinar nosso Manifesto pelaValorização da Maternidade.

Vamos agora rumo às 2 mil assinaturas!

Leia o Manifesto pelas Mães na íntegra aqui.

Juntos somos fortes!

Alcançamos as 1.000 assinaturas de apoio ao Manifesto pela Valorização da Maternidade!

Esse número, no tempo que levamos para alcançá-lo, supera nossas expectativas e gratifica ver que conseguimos unir e reunir mães, mulheres, pais e profissionais ligados à infância neste movimento de mudança.

Sim! Valorizar a Maternidade é um movimento de mudança.

Estamos começando e temos muito o que fazer.

Mesmo sendo um ótimo número, precisamos de mais. Precisamos mostrar que somos milhares de mães, pais e profissionais que querem ver a família no centro dos debates sobre crianças e filhos. Essa é a base da formação do indivíduo.E uma base que precisa ser mais presente, sadia e fortalecida.

Vamos agora rumo às 2 mil assinaturas!

Leia o Manifesto pelas Mães na íntegra aqui.

120 links!

Mais uma conquista importante!

Já somamos mais de 120 links! Na verdade, já somos 135 links, 917 assinaturas e crescendo!

Isso, com certeza, significa muita coisa.

Nosso próximo passo é tornar este Manifesto mais conhecido para que ele alcance o maior número de mães e pais possível. E isso começa agora.

Nossa meta era ter, no mínimo, 1200 assinaturas para obter força suficiente e divulgar este movimento para vários setores da sociedade como a imprensa, os políticos, os empresários e os profissionais de educação.

E esses links, foram e serão fundamentais para alcançarmos este objetivo.

Obrigada pelo apoio, temos certeza de que logo chegaremos lá.

Uma forma atuante de ajudar a alcançar este número é participar de nossa primeira ação que é a Roda de Conversas sobre Amamentação. Escreva sobre o assunto ou republique um texto seu que você ache que mereça ser revisitado e basta inserir o código da campanha com o trecho Mãenifesto pela Amamentação no rodapé do seu post. Não tenha preconceitos quanto à republicação de textos antigos, lembre-se que a internet é como um rio que tem sempre gente nova na margem observando … :)

Veja alguns exemplos de textos que já foram publicados participando desta roda de conversa usando o rodapé que é fundamental para que possamos “armar” essa rede e identificar seu post como participante desta ação:

http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2010/08/eu-amamentei.html

http://futurodopresente.com.br/ana/2010/08/livre-demanda-amamentacao-exclusiva/

http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2010/08/leite-materno-vs-formula-infantil-sem-combate/

http://ombudsmae.blogspot.com/2010/08/amamentar-nao-e-um-ato-de-amor-parte-2.html

http://www.whatmommyneeds.net/2010/07/o-que-mae-necessita.html

http://naoseiresponder.blogspot.com/2010/09/amamentacao.html

http://amamentartudodebom.blogspot.com/2010/08/as-lendas-da-amamentacao.html

700 mães!!!

Precisamos dividir essa conquista!

Antes mesmo de completarmos 30 dias, já alcançamos 500 assinaturas e, agora, atingimos essa marca de 700 assinaturas apenas divulgando entre amigas e amigos.

Ter esse retorno é muito importante e só temos a agradecer a todas as mães, pais, amigos e amigas que assinaram a ajudam a divulgar.

Logo começaremos a divulgação oficialmente o Manifesto e continuamos contando com o apoio e ajuda de todos que acreditam que a maternidade plena e consciente aliada à paternidade atuante é fundamental para mudarmos o perfil dos cidadãos do futuro e por consequência, de toda a sociedade.

Leia o Manifesto pelas Mães na íntegra aqui.

Mães pela Amamentação

Mãenifesto

Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.

Assine!!!

Leia o Manifesto pelas Mães na íntegra aqui.

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A amamentação é apenas um dos temas que consideramos importante para a valorização da maternidade. Se você também apóia a amamentação, assine nosso manifesto, preenchendo o formulário ao lado. Você também pode ajudar a divulgar a amamentação pela rede quando escreve no seu blog: basta inserir o código da campanha com o trecho Mãenifesto pela Amamentação no rodapé do seu post.

É importante lembrar que o Manifesto pode ser um bom começo para uma roda de conversa entre blogs, que traga informações relevantes sobre a amamentação para as mães. Se você já escreveu sobre o tema no seu blog, insira no rodapé do seu post o trecho do manifesto acima e nos envie a URL via comentários. Só assim podemos ampliar o debate e dar ainda mais vida ao Manifesto pelas Mães.

MANIFESTAMOS PELAS MÃES


Mãe que dá o melhor de si e convive com a crônica sensação de que nada é o suficiente.

Mãe de carne, osso e vísceras que, ao se perceber humana, sente-se cada vez mais distante do ideal de devoção da Santa Mãezinha. E por isso se culpa.

Mãe que comprou o sabonete com óleos essenciais, o iogurte com fibras, o desinfetante com cloro ativo, a fralda com bloquigel e mesmo assim seu filho não dormiu a noite inteira, seu marido se queixa e sua casa não é o templo limpo, perfumado e livre de insetos que aparece na TV.

Mãe mulher, dona de casa, profissional e amante, que segue passo a passo as dicas das revistas femininas para conciliar seus inúmeros papéis e virar “super”, mas ainda não encontrou sua capa.

Mãe cuja única preparação para a mais dramática mudança da sua vida foi o cursinho da maternidade e, se privilegiada, a decoração do quartinho e a compra do enxoval.

Mãe que vive em uma sociedade que a glorifica, ao mesmo tempo em que a obriga a terceirizar a criação dos seus filhos. Seja por necessidade, independência ou reconhecimento. Como se, em qualquer um desses casos, essa não fosse uma decisão extremamente difícil.

Mãe que se divide diariamente entre a administração do lar e da profissão, encarando múltiplas jornadas que a levam constantemente à exaustão física e emocional.

Mãe que se dedica de corpo e alma ao significativo projeto de criar uma criança, enfrentando um nível de cobrança superior ao de qualquer chefe ranzinza e cliente exigente. 365 dias por ano, 24 horas por dia. E mesmo assim é percebida como alguém que não faz nada. Até por si mesma.

Mãe pobre que, quando opta pelos filhos, é acomodada. Quando rica, é madame. E, quando profissional, é ausente.

MANIFESTAMOS PELA MATERNIDADE

E, portanto, pela liberdade de sentir. De seguir os instintos. De viver em plenitude emoções e sentimentos totalmente femininos. Pois negá-los, seria abrir mão daquilo que faz da mulher, um ser único.

Manifestamos pelo direito de cada mulher escolher o papel que melhor lhe cabe no momento. Sem se sentir pressionada, desmerecida ou julgada pelo que decidiu não ser.

Manifestamos por parir de forma saudável, humana e tranquila e que essa seja uma decisão consciente da mãe. Amparada por uma equipe de profissionais da saúde que a respeitam, orientam, acompanham e zelam pelo bem estar dela e do bebê.

Manifestamos pelo direito de amamentar a cria, sem ser pressionada por profissionais da saúde mal formados ou parentes bem intencionados, a substituir por mamadeira, o alimento que só o seu peito pode dar.

Manifestamos pela aceitação da metamorfose e da mudança de valores que a chegada de uma criança proporciona na vida de qualquer adulto. E pela valorização desta transformação na sociedade, como contraponto para a cultura do egoísmo e da juventude eterna.

MANIFESTAMOS PELO ATIVISMO ANÔNIMO E INCANSÁVEL DAS MÃES

Nas trincheiras domésticas de uma sociedade cada vez mais dominada pelas leis cruéis do mercado.

E apoiamos as mães que questionam. Que boicotam.

Que compram e deixam de comprar. Que sabem o que servem à mesa e o que jogam no lixo.

Que desligam a TV, controlam o videogame e a quantidade de açúcar.

Mães que tentam proteger a infância e não desistem diante do bombardeio de mensagens que estimulam a erotização e o consumo precoces.

Mães que empreendem, que inventam, que abrem mão, que buscam alternativas, que assumem o vazio e a sobrecarga. E promovem viradas.

Mães que brigam por uma escola melhor, mais humana e significativa; pública ou privada.

Que pensam globalmente e agem localmente, casa a casa, família a família.

E que administram seus lares, como se ali começasse a mudança que desejam para o planeta.

MANIFESTAMOS PELA TOMADA DE CONSCIÊNCIA FAMILIAR

Pela valorização do papel da mãe no seio da família e pelo fim das hipócritas tentativas de minimizar a diferença que a presença dela faz.

Pelo reconhecimento da vital importância da maternidade para a humanidade, e por ações sociais e políticas que valorizem e estimulem a atuação da mãe.

Por uma rede de relacionamentos que coloque novamente mulheres de diferentes gerações em contato, reconstruindo referências que foram deturpadas e estereotipadas pela mídia e pela sociedade.

Por mães unidas para estudar, compartilhar experiências e desenvolver novos pontos de vista para este tema milenar, universal e ainda tão incompreendido.

Por uma nova formação familiar, focada no bem estar integral dos seres humanos e não somente no bem estar material.

Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.

Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.

Manifestamos pela ausência de fórmulas, de guias práticos e de respostas prontas, pois cada mulher é livre para buscar seu caminho e desenvolver sua história. No seu tempo, no seu ritmo e na sua individualidade.

Manifestamos pela conciliação de uma maternidade moderna com uma maternidade mais plena.

Manifestamos por você e por nós. Pela Terra e por todos os filhos que dela vieram e ainda virão.


Manifestamos pelas mães!

E os pais?

Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.
Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.

Assine nosso manifesto: http://www.grupocria.com.br/