E os pais?

Por pais que valorizam a tomada de consciência materna, dando sua participação necessária para que ela floresça. Mesmo sem entendê-la completamente.
Por mães que partilhem com seus parceiros as responsabilidades, agruras e alegrias de se cuidar dos filhos, sendo entendido que eles pertecem aos dois, igualmente.

Assine nosso manifesto: http://www.grupocria.com.br/

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  • Gabriel Dread disse:

    Sensacional o manifesto. Sou pai e totalmente adepto da paternidade.

    Fico feliz ao ver que o papel de mãe está sendo pouco a pouco reconhecido na nossa sociedade. Uma pena que o papel do pai não segue o mesmo movimento. Enquanto a licença maternidade acabou de ser ampliada para 6 meses, a licença paternidade continua sendo de 5 dias corridos.

    Viva a paternidade. Porque eu sou pai e dono de casa em tempo integral e sei que é o trabalho mais difícil que já tomei conhecimento, além de não pagar nada e ser completamente desvalorizado na nossa sociedade centrada no mercado.

    Abração
    Gabriel Dread

  • Ceila Santos disse:

    Gabriel, muito bom saber que estamos juntas nessa luta pela família e espero poder contar contigo para várias rodas de conversas para juntos podermos buscar todos os direitos importantes para valorização da maternidade e paternidade. Obrigada e se tiver interesse de escrever posts sobre este tema, please, entre na roda de conversas que começamos aqui:
    http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2010/07/pais-pela-busca-da-consciencia-materna.html

  • Leandro disse:

    Muderno demais para meu gosto, achei triste como substitui ‘pai’ ou ‘marido’ por um prosaico, burocrático e reducionista ‘parceiro’, como fôra uma relação comercial. E como parece individualista a ponto de desprezar a sabedoria histórica e divina. Mas, no todo, gostei e aßinei.

  • anab disse:

    Leandro, não entendi seu comentário. O que é “muderno demais”? A valorização da maternidade?
    Pai é um parceiro, parceiro de jornada da mulher. Um sócio de vida! Um companheiro da mulher. Pai ele é da criança.
    Sobre a “sabedoria histórica e divina”, aí então que não entendi a valorização da maternidade entra neste contexto?
    Quando puder nos explicar melhor, será muito benvindo!
    Abraços.

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